Arte e cultura Norueguesas

A Noruega tem uma realidade cultural e artística rica com profundas raízes históricas. Tal como os seus antepassados, muitos dos atuais artistas e intervenientes culturais noruegueses buscam inspiração no estrangeiro.
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As expressões de arte e cultura norueguesas são reconhecidas internacionalmente e têm nomes mundialmente conhecidos. A arquitetura, design, música, literatura e cinema noruegueses estão entre os produtos de exportação que retratam a Noruega moderna.

O objetivo do governo é o de promover a qualidade, a amplitude e a diversidade. A internacionalização da arte e da cultura norueguesas tem feito aumentar o conhecimento e o interesse na Noruega como uma nação inovadora na cultura e no conhecimento. Através do financiamento e da cooperação em projetos, o governo norueguês contribui para que os artistas noruegueses possam participar internacionalmente e, em contrapartida, tragam consigo inspiração artística.

O escritor Henrik Ibsen (1828-1906) é um dos mais encenados dramaturgos no mundo. Já o Jon Fosse está entre os mais encenados dramaturgos vivos a nível mundial.

O artista Edvard Munch (1863-1944) está prisioneiro no seu próprio sofrimento e talvez no sofrimento coletivo da humanidade na sua icónica pintura, "O Grito". Atualmente a Tori Wrånes cria um mundo de imagens através da escultura, performance, música e teatro.

O compositor Edvard Grieg (1843-1907) era um representante do nacionalismo romântico que ultrapassou as fronteiras musicais. Atualmente o Kygo está a revolucionar a música de dança eletrónica. A Mari Boine combina o joik lapão com tons de jazz e de black metal sendo uma das mais importantes exportações culturais da Noruega.

Deeyah Khan é um realizador cinematográfico norueguês, produtor musical e ativista dos direitos humanos. Em 2016, Khan foi eleito embaixador da boa vontade da UNESCO para a liberdade de expressão e criatividade artística.

Entre as empresas de arquitetura que se destacam, temos a Snøhetta com construções como a Casa da Ópera de Oslo, a Biblioteca de Alexandria e o pavilhão de memória às vítimas do 11 de setembro no Ground Zero na cidade de Nova York.

Muitos livros noruegueses são traduzidos e publicados internacionalmente. Diversos títulos de livros noruegueses são traduzidos atualmente. Os livros do Karl Ove Knausgård estão traduzidos em 30 línguas. O escritor Jo Nesbø está no topo da lista da literatura criminal.