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O Ministro do Desenvolvimento Norueguês apela à cooperação internacional para fortalecer os direitos das meninas e mulheres face o Covid-19

O Ministro do Desenvolvimento, Sr. Dag Inge Ulstein hoje, chama a atenção para a situação das meninas e mulheres durante a Covid-19. Numa crônica conjunta, 59 países apontam para graves consequências como resultado da pandemia, chamando a cooperação internacional a fortalecer os direitos das meninas e mulheres.

- Estávamos preocupados com a reação contra os direitos da mulher antes da Covid-19. Infelizmente, muitas tendências negativas agora são amplificadas. Portanto, devemos garantir que todas as nossas respostas tenham uma perspectiva de gênero e que as mulheres estejam envolvidas quando decisões importantes são tomadas”, diz o Ministro do Desenvolvimento Sr. Dag Inge Ulstein.

Covid-19 aumenta a vulnerabilidade das meninas e mulheres. O isolamento e o desligamento dos serviços de saúde, como assistência à maternidade, partos seguros e acesso à contracepção, aumentam o risco de gravidezes indesejadas e mortes relacionadas à gravidez. Relatórios do mundo inteiro falam dum aumento sério da violência sexual e de gênero. Muitas vítimas de violência agora vivem perto do agressor em isolamento e insegurança financeira. Ao mesmo tempo em que aumenta a necessidade de proteção, os serviços de apoio se tornam menos acessíveis.

Novas estimativas do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) mostram que, se o desligamento da sociedade continuar por mais seis meses, isso poderá resultar em:

  • 31 milhões de meninas e mulheres serão expostas à violência de gênero. A cada três meses que a situação continua, um aumento adicional de 15 milhões é previsto.
  • 47 milhões de meninas e mulheres em 114 países de baixa e média renda não terão acesso à contracepção.
  • Sete milhões de gravidezes não planeadas

- A Noruega não deve ficar parado e assistir à pandemia causar um revés aos direitos das meninas e das mulheres, pelas quais lutamos há tanto tempo. Juntos, devemos trabalhar para manter os serviços de saúde e impedir o aumento de mortes relacionadas à gravidez, gravidez na adolescência e casamento prematuro, diz o Ministro do Desenvolvimento.

Leia a crônica em português aqui